Na minha pele, o cheiro imundo
De memórias mal esquecidas, incertas
De um olhar gelado, vagabundo
Que me deixou marcas, feridas abertas
Recordar, reviver, sem lembrar
São vestígios de desespero, tortura
Imagens, visões que quero apagar
Cruel sensação que minha alma perfura
Jamais serei eu, jamais serei igual
Algo em mim mudou, morreu
Naquelas mãos frias como punhal
Rompeu minha alma, se desvaneceu
Onde foi doce inocência
De menina mulher sorridente?
O sorriso tornou-se dormência
O coração quase não bate, apenas levemente...
São memórias de uma noite perdida
De Tranquilidade esquecida
De uma face enegrecida
Pela violência sofrida...
Isabel S. 16 de Fevereiro de 2008
De memórias mal esquecidas, incertas
De um olhar gelado, vagabundo
Que me deixou marcas, feridas abertas
Recordar, reviver, sem lembrar
São vestígios de desespero, tortura
Imagens, visões que quero apagar
Cruel sensação que minha alma perfura
Jamais serei eu, jamais serei igual
Algo em mim mudou, morreu
Naquelas mãos frias como punhal
Rompeu minha alma, se desvaneceu
Onde foi doce inocência
De menina mulher sorridente?
O sorriso tornou-se dormência
O coração quase não bate, apenas levemente...
São memórias de uma noite perdida
De Tranquilidade esquecida
De uma face enegrecida
Pela violência sofrida...
Isabel S. 16 de Fevereiro de 2008

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